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Beijos
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Henri Émile Benoît Matisse foi um importante desenhista, escultor e pintor francês. Nasceu em 31 de dezembro de 1869 na cidade francesa de Le Cateau-Cambrésis e faleceu em 3 de novembro de 1954 na cidade de Nice (sul da França). Foi um dos principais representantes do movimento artístico conhecido como Fauvismo.
Na juventude, trabalhou como escriturário.
- Em 1888, terminou o Ensino Médio e foi estudar Direito na Universidade de Paris.
- Com vinte e um anos de idade, teve contato com a pintura, se apaixonou por ela, e passou a se dedicar às artes plásticas.
- Estudou desenho na escola de pintura Maurice-Quentin Delatour.
- Em 1891, entrou para a Academia Julián de Paris. Abandonou a carreira de Direito.
- Participou do estúdio de artes do artista francês Duconseil.
- Em 1894, nasceu sua primeira filha, Marguerite, com Amélie Parayre.
- Em 1895, entrou para a Escola de Belas Artes de Paris.
- Em 1896, expôs quatro obras na Exposição da Sociedade Nacional.
- Em 1894, ocorre sua primeira exposição individual na Galeria Vollard.
- A partir de 1907, passou a pintar sobre a influência do fauvismo.
- Em 1908, ocorreu sua primeira exposição individual em Nova Iorque.
- Entre 1912 e 1913, viajou para o Marrocos.
- A partir de 1916, suas obras demonstram grande influência do cubismo.
- Em 1917, foi morar na cidade de Nice, onde conheceu Renoir.
- Em 1950, decorou a capela do Rosário.
Estilo artístico de Matisse:
- No começo de sua carreira artística seguiu um estilo tradicional.
- A partir de 1907, passou a pintar dentro do estilo fauvista.
- Usou a cor como destaque principal de suas obras.
- Utilizou-se de formatos variados em suas obras.
- Usou a simplificação e a exclusão de detalhes em suas pinturas.
- Buscou passar equilíbrio e tranqüilidade em suas obras, trabalhando a organização estrutural das mesmas.
- Trabalhou, em alguns quadros, com a sensação de bidimensionalidade, eliminando a profundidade, usando a mesma intensidade cromática em suas obras.
Principais obras de Matisse:
- Mulher lendo, 1894
- Mesa de jantar, 1897
- Carmelina, 1903
- Place des Lices, 1904
- Retrato de Madame Matisse, 1905
- Janela aberta, 1905
- Mulher com chapéu, 1905
- Harmonia em vermelho, 1908
- Música, 1910
- Madame Yvonne Landsberg, 1914
- A Janela, 1916
- Meu quarto em Beau-Rivage, 1918
- Odalisca, 1923
Arte terapia é definida como uma área capaz de sustentar subjetividade e complexidade das relações que entram em jogo no processo arte-terapia e envolve concepção artística dos parâmetros estéticos não se limitando a criatividade ou processual. A criação artística na arte-terapia é entre as margens dos criação vital, a criação de para a vida, ou a criação de possibilidade (Cao López Martínez, 2006), e articulados a partir de ambivalência, como uma combinação de contrastes e ambigüidades: ordem e caos e fatual imaginado, o certo e o errado, dentro e fora, a presença e ausência… Criação artística, as medidas tomadas com o lançamento de um processo, intervindo espaço terapêuticas, e as rupturas em ascensão realidade, a sua evolução ocorre, durante o processo de terapêutico, uma vez que tece sua neo-reality enredo com o enredo vida, e configura uma nova forma de subjetividade não está ligada a construções anteriores, que fluindo livremente através e por todas as camadas da estrutura experimental.
Imagina que víamos o mundo todo só a preto e branco, não teria muita graça, pois não? Pois é, ver as cores é muito importante, porque o nosso sentido prinicpal é a visão, cerca de 90%.
As cores são resultado da luz, ou seja, a luz é o conjuto de todas as cores e nós vemos essas cores aparecerem quando são refletidas pelos pigmentos dos objectos. Por isso se pode dizer que quando um objecto é vermelho na realidade ele é todas as cores menos vermelho, porque é essa côr que ele reflete. É engraçado não é?
Há ainda outra diferença entre a cor da luz e a cor das tintas. Quando se misturam todas as cores das tintas conseguimos ter preto, se misturarmos todas as cores do arco-iris o resultado é branco. Por isso é que as luzes das lâmpadas são brancas
Curiosidade: Sabias que alguns animais vêm somente a branco e preto e que outros conseguem ver cores que para nós são invisíveis?
Vamos agora explicar-te um pouco as classes das cores!!
Cores Primárias - As cores primárias ou as cores puras são as cores que se utilizam para se conseguir ter as outras coires, as secundárias. São elas o amarelo, o azul e o vermelho.
Cores Secundárias - As cores secundárias, como dissémos antes, são o resultado da mistura das cores primárias. Por isso, se misturares em igual parte o amarelo e o azul, tens o verde; com a combinação do amarelo com o vermelho, temos o laranja e com a combinação do azul e do vermelho temos o roxo ou o violeta.
Cores Terciárias - São todas as outras cores que resultam da mistura de três ou mais cores, primárias ou secundárias.
Não te podes é esquecer de uma coisa, tudo o que aqui dissemos é em relação às cores formadas por pigmentos e não às cores que formam a luz, se misturassemos todas as cores da luz o resultado seria o branco.
Sabias que as cores ainda podem ser classificadas como quentes e frias? As cores quentes são por exemplo o laranja, amarelo, o vermelho. Cores frias são o azul, o violeta.
Mas como é que vemos?
É simples, abrimos os olhos, e depois? Depois a luz entra para dentro do olho e nós temos umas células que a capturam e transmitem ao cérebro essa informação.
A cor é um fenómeno óptico(Parte da física que estuda os fenomenos luminosos e os fenomenos da visão) provocado pela acção de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
RESPEITE!!! ENTREGAR O TRABALHO ATÉ O DIA 18/04/2011, É INDIVIDUAL, O TEXTO JUNTO COM AS PERGUNTAS E SUAS RESPOSTAS.
LEIA COM ATENÇÃO O TEXTO ABAIXO, E RESPONDA AS QUESTÕES.
As convergências entre a arte,
a literatura e a propaganda
Nenhuma obra de arte possui um significado fixo e determinado. Ao contrário, é precisamente no caráter polissémico da obra, que reside seu valor. Por outro lado, o significado de uma obra que representa ambigüidades de interpretações pode ser tão objetivo e claro quanto um preciso e unívoco.
A arte, como diz Ernest Ficher, jamais se limitaria a mera descrição da realidade social. Ao contrario, é função do artista interpretar essa realidade através de sua visão do mundo e de manifestar suas concepções políticos ideológicos.
Para a formação da imagem deve-se criar condições para que os componentes racionais e emocionais se apresentem integrados e isso se dará através da criação do visual da campanha : Escolha das cores a serem utilizadas, estudo dos formatos, quantidade e qualificação de materiais a serem encomendados e harmonização de todos estes elementos.
Segundo Rene Huygue, estamos vivendo num mundo de sinais, onde não somos mais o que desejamos ser, mas o que a maciça propaganda faz com que sejamos. Os símbolos e as imagens criadas pela propaganda podem trazer varias convicções, como por exemplo, a de que se deve adquirir isto ou aquilo. Parece evidente que a propaganda pode ter influência muito maior que a literatura, pois enquanto esta representa uma forma de sugerir os aspectos mais complexos e menos aparentes do comportamento, o estereótipo tratado pela propaganda geralmente acentua um aspecto bem visível do comportamento ou da vida social, com a exclusão de todos os pontos contraditórios.
Essa diferença explica bem o constante desentendimento entre a literatura e a propaganda . Se a primeira procura os aspectos mais conflitantes da vida individual e social , a segunda limita tais aspectos através da valorização exclusiva de um ponto de vista ou de uma aparência. O que aproxima a literatura da propaganda é o fato do escritor querer ser lido por um grande número de leitores e o publicitário quer ultrapassar os limites impostos pela sua área de atuação.
O estilo de escrever, a originalidade de seu trabalho e a proposta de ser apresentado ao seu público são alguns componentes importantes na qualidade literária . Alias, sua importância consiste precisamente no caráter inovador que apresenta a um certo público. No entanto, é preciso estar atento para não torna-lo inteiramente isolado . Caso contrario, perderia sua função. Sem dúvida é impossível compreender a existência de um valor estético que permaneça restrito a um minoria. A sua criação indica um passo indispensável , no entanto, quando se generaliza, tornando-o do conhecimento da sociedade, parece tão importante como o ato de criar, mas não basta ser um novo valor da sociedade, é necessário que seja aceito.
O conhecimento teórico do romance se torna mais pertinente quando o objeto central a ser analisado é a literatura dirigida ao grande publico . Vale ressaltar que os valores autênticos diferem de um romance para outro, isso ocorre pois estes se organizam no plano de sua própria obra formando o conjunto de seu universo.
Entretanto , para o grande público, as teorias intelectuais só adquirem sentido quando se transformam em formulas simples ou em estereótipos, isto é, quando perdem suas características significativas para entender a literatura é necessário considerar as diferenças individuais, pois isto levará a uma riqueza maior das interpretações contraditórias.
Para Waldenyr Caldas a estrutura dos textos na paraliteratura, repousa basicamente no voyerismo, já que o leitor só consome signos e representações do real e do imaginário e em situações maniqueistas, sem a analise social e política do universo abordado.
O meio acadêmico vê a paraliteratura como um produto de mal gosto destinado para um publico semi-culto. Entretanto , numa análise sociológica , há uma grande penetração que possui a mesma importância que os produtos que veiculam ideologias ou que são consagradas pela critica especializada O discurso da paraliteratura de imaginação constitui uma forma de interpretação do mundo, estabelecendo, não propriamente, uma contradição entre a linguagem reconhecida como literária e não-literária, mas somente as diferenças entre a literatura culta e a paraliteratura. Trata-se apenas de uma interpretação de suas contradições e das condições em que foram produzidas.
As comparações da paraliteratura e da cultura de massa sua inevitáveis. As estórias em quadrinhos , os jornais e até mesmo as telenovelas são pequenas partículas formadoras do universo paraliterário dessa forma pode-se incorpora-la na cultura de massa.
Em relação as artes plásticas, a Pop Art cumpriu esse papel . Esta começou como um nova forma de expressão, procurando exprimir a tensão dinâmica e os aspectos condicionados do ser humano da cidade.
Rauschenberg utilizou em seus trabalhos, colagens de fotos, recortes de anúncios de propaganda, imagens ajustadas a pintura, acrescentando a elas objetos banais. Procurou focalizar as imagens estereotipadas da sociedade industrial, mostrando a visão subjetiva da arte.
A Arte Pop, como todo trabalho que mescla pintura, com escultura e com técnicas variadas (fotografia, material impresso e colagens), visa ironizar. Esta é justamente um forma de se comunicar com um publico maior, rompendo com o isolacionismo de outrora, saindo de sua interioridade-Atelie habitual em seu modo de fazer artístico para se articular em torno do coletivo-urbano.
A Arte, qualquer que seja, é sempre uma forma de expressão consciente ou inconsciente. A propaganda, por sua vez, jamais é uma expressão, mas sim uma representação. A arte propõe sempre uma visão transcendente do homem e a propaganda dispõe dele.
Entretanto, a arte caminhou em direção a sociedade de consumo, diante disso, percebe-se que as influencias entre a arte e a propaganda ocorrem no mesmo sentido.
Os meios de comunicação criaram um iconografia urbana (garrafas de Coca-Cola, 7UP, rostos de estrelas de cinema e Hambúrgueres) que algum artistas incorporaram em suas obras (Claes Oldenburg trabalhou com objetos tridimensionais, produtos de consumo de massa , centrando sua atenção para a imagem publicitaria). Inversamente, o tratamento formal dado pela experimentação plástica a esses materiais são aproveitados pelos meios de comunicação em novas mensagens. Esses mesmos meios tomaram elementos à sensibilidade popular (imagens técnicas de representação) e os incluíram em sua comunicação, por seu lado os movimentos populares extraíram elementos das culturas de massa e se adaptaram para produzir mensagens que expressaram seus interesses.
A sociedade moderna conserva de fato o objeto artístico ao mesmo tempo que nega a possibilidade da arte e, com isso, a promessa de autonomia que sempre encerra. A obra de arte subsiste, embora não como foi concebida, mas como produto. As manifestações artísticas assumiram a arte como um ritual conformista, desde a Pop Art e Minimal Art até a Arte Conceitual.
A publicidade, por sua vez, incide sobre a ansiedade, mostrando que o modo de vence-la é consumir. De acordo com os mitos da publicidade, os que não possuem o poder de gastar dinheiro tornam-se literalmente homens sem rosto. Quem tem , é digno de ser amado. Por isso a arte é tão útil a publicidade, pois detona riqueza e espiritualidade ao mesmo tempo que luxo e valor cultural. A publicidade se apropriou das relações ou implicações entre a obra de arte e o espectador proprietário, procurou persuadi-lo, transformando-o em espectador comprador ( ” Modos de Ver” de John Berger, Sven Blomberg, Cris Fox e Richard Holllis).
A sociedade se fragmentou em faixas de mercado, criando um produto cultural fragmentado, cuja única expressão de domínio é o consumo. Se a produção cultural estiver presa ao circulo vicioso do consumo e se a cultura estiver fragmentada de tal modo em faixas de mercado, tornará a arte cada vez mais dependente do mercado.
A cultura de massa, cujo objetivo é o lucro, vai destinar seus produtos aos diversos níveis de gostos , estratificando o consumo cultural. No campo da produção cultural , a arte e a literatura , ditas cultas, são produzidas pela classe dominante para si mesma e a paraliteratura e a arte pop são destinadas a parte semi-letrada da sociedade.
Segundo Antônio Cândido, pertencemos a uma massa cujas reações obedecem ao condicionamento do momento e do meio que vive.
1- Explique porque a obra de arte não possui um significado fixo?
2- O que diz Ernest Fischer sobre arte?
3- O que é necessário para a formação da imagem?
4- O que a maciça propaganda faz para que sejamos ser?
5- Explique a diferença entre a literatura e a propaganda?
6- Quais são os componentes importantes na qualidade literária?
7- Porque a criação de uma propaganda é indispensável?
8- Quais são as pequenas partículas que formam o mundo literário?
9- Como é o trabalho de Rauschenberg?
10- Como é o conceito da Pop Art nas Artes Plásticas?
11- Podemos dizer que a Arte é uma expressão consciente e a propaganda nunca seria uma expressão? Sim ( ) Não ( ) Explique a sua resposta.
12- Quais as relações entre a Arte e a propaganda?
13- O que os artistas e os meios de comunicação fizeram com as suas obras de arte?
14- A obra de arte pode ser considerada um produto? Porque?
15- O que houve com a Pop Art até a Arte Conceitual?
16- Qual é o objetivo principal da publicidade?
17- Explique os mitos da publicidade?
18- Como a publicidade transforma o espectador comprador?
19- Porque a Arte é cada vez mais dependente no mercado?
20- O que é consumo cultural?
21- O que diz Antonio Cândido?