A importância de saber ler uma imagem

Objetivo é estudar e pesquisar a História e Estética social da Arte

16/jul/2011

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criado por mapasu    12:35:23 — Arquivado em: Sem categoria

11/jun/2011

Patrono 6ª B

Queridos acessem o link ao lado Theo Dutra e verão os candidatos a serem o patrono da nossa sala.

Vejam e analisem e tem mais na minha comunidade Eu gosto de leitura de imagem tem uma entequete. Participem e votem.

Beijos

criado por mapasu    09:29:50 — Arquivado em: Sem categoria

Os patronos da 6ªB - EMEF Theo Dutra 2011

Henri Matisse

Romero Brito

Claude Monet

Anita Malfatti

Quem será o patrono da 6ª B na EMEF Theo Dutra 2011?

criado por mapasu    08:38:22 — Arquivado em: Theo Dutra

Os patronos da 6ª B - EMEF Theo Dutra - 2011

Henri Émile Benoît Matisse foi um importante desenhista, escultor e pintor francês. Nasceu em 31 de dezembro de 1869 na cidade francesa de Le Cateau-Cambrésis e faleceu em 3 de novembro de 1954 na cidade de Nice (sul da França). Foi um dos principais representantes do movimento artístico conhecido como Fauvismo.

Na juventude, trabalhou como escriturário.
- Em 1888, terminou o Ensino Médio e foi estudar Direito na Universidade de Paris.
- Com vinte e um anos de idade, teve contato com a pintura, se apaixonou por ela, e passou a se dedicar às artes plásticas.
- Estudou desenho na escola de pintura Maurice-Quentin Delatour.
- Em 1891, entrou para a Academia Julián de Paris. Abandonou a carreira de Direito.
- Participou do estúdio de artes do artista francês Duconseil.
- Em 1894, nasceu sua primeira filha, Marguerite, com Amélie Parayre.
- Em 1895, entrou para a Escola de Belas Artes de Paris.
- Em 1896, expôs quatro obras na Exposição da Sociedade Nacional.
- Em 1894, ocorre sua primeira exposição individual na Galeria Vollard.
- A partir de 1907, passou a pintar sobre a influência do fauvismo.
- Em 1908, ocorreu sua primeira exposição individual em Nova Iorque.
- Entre 1912 e 1913, viajou para o Marrocos.
- A partir de 1916, suas obras demonstram grande influência do cubismo.
- Em 1917, foi morar na cidade de Nice, onde conheceu Renoir.
- Em 1950, decorou a capela do Rosário.

Estilo artístico de Matisse:

- No começo de sua carreira artística seguiu um estilo tradicional.
- A partir de 1907, passou a pintar dentro do estilo fauvista.
- Usou a cor como destaque principal de suas obras.
- Utilizou-se de formatos variados em suas obras.
- Usou a simplificação e a exclusão de detalhes em suas pinturas.
- Buscou passar equilíbrio e tranqüilidade em suas obras, trabalhando a organização estrutural das mesmas.
- Trabalhou, em alguns quadros, com a sensação de bidimensionalidade, eliminando a profundidade, usando a mesma intensidade cromática em suas obras.


Principais obras de Matisse:

- Mulher lendo, 1894
- Mesa de jantar, 1897
- Carmelina, 1903
- Place des Lices, 1904
- Retrato de Madame Matisse, 1905
- Janela aberta, 1905
- Mulher com chapéu, 1905
- Harmonia em vermelho, 1908
- Música, 1910
- Madame Yvonne Landsberg, 1914
- A Janela, 1916
- Meu quarto em Beau-Rivage, 1918
- Odalisca, 1923

criado por mapasu    07:48:02 — Arquivado em: 6ª B

3/jun/2011

Arteterapia - papel da Arteterapia e da arte-educação para a inclusão social

Arte terapia é definida como uma área capaz de sustentar subjetividade e complexidade das relações que entram em jogo no processo arte-terapia e envolve concepção artística dos parâmetros estéticos não se limitando a criatividade ou processual. A criação artística na arte-terapia é entre as margens dos criação vital, a criação de para a vida, ou a criação de possibilidade (Cao López Martínez, 2006), e articulados a partir de ambivalência, como uma combinação de contrastes e ambigüidades: ordem e caos e fatual imaginado, o certo e o errado, dentro e fora, a presença e ausência… Criação artística, as medidas tomadas com o lançamento de um processo, intervindo espaço terapêuticas, e as rupturas em ascensão realidade, a sua evolução ocorre, durante o processo de terapêutico, uma vez que tece sua neo-reality enredo com o enredo vida, e configura uma nova forma de subjetividade não está ligada a construções anteriores, que fluindo livremente através e por todas as camadas da estrutura experimental.

criado por mapasu    20:52:34 — Arquivado em: arteterapia — Tags:

1/jun/2011

Romero Brito

Romero Brito

Romero Brito

criado por mapasu    20:14:38 — Arquivado em: História da Arte

6/abr/2011

O mundo das cores

Imagina que víamos o mundo todo só a preto e branco, não teria muita graça, pois não? Pois é, ver as cores é muito importante, porque o nosso sentido prinicpal é a visão, cerca de 90%.

As cores são resultado da luz, ou seja, a luz é o conjuto de todas as cores e nós vemos essas cores aparecerem quando são refletidas pelos pigmentos dos objectos. Por isso se pode dizer que quando um objecto é vermelho na realidade ele é todas as cores menos vermelho, porque é essa côr que ele reflete. É engraçado não é?

Há ainda outra diferença entre a cor da luz e a cor das tintas. Quando se misturam todas as cores das tintas conseguimos ter preto, se misturarmos todas as cores do arco-iris o resultado é branco. Por isso é que as luzes das lâmpadas são brancas

Curiosidade: Sabias que alguns animais vêm somente a branco e preto e que outros conseguem ver cores que para nós são invisíveis?

Vamos agora explicar-te um pouco as classes das cores!!

Cores Primárias - As cores primárias ou as cores puras são as cores que se utilizam para se conseguir ter as outras coires, as secundárias. São elas o amarelo, o azul e o vermelho.

Cores Secundárias - As cores secundárias, como dissémos antes, são o resultado da mistura das cores primárias. Por isso, se misturares em igual parte o amarelo e o azul, tens o verde; com a combinação do amarelo com o vermelho, temos o laranja e com a combinação do azul e do vermelho temos o roxo ou o violeta.

Cores Terciárias - São todas as outras cores que resultam da mistura de três ou mais cores, primárias ou secundárias.

Não te podes é esquecer de uma coisa, tudo o que aqui dissemos é em relação às cores formadas por pigmentos e não às cores que formam a luz, se misturassemos todas as cores da luz o resultado seria o branco.

Sabias que as cores ainda podem ser classificadas como quentes e frias? As cores quentes são por exemplo o laranja, amarelo, o vermelho. Cores frias são o azul, o violeta.

Mas como é que vemos?

É simples, abrimos os olhos, e depois? Depois a luz entra para dentro do olho e nós temos umas células que a capturam e transmitem ao cérebro essa informação.

A cor é um fenómeno óptico(Parte da física que estuda os fenomenos luminosos e os fenomenos da visão) provocado pela acção de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.

criado por mapasu    20:53:18 — Arquivado em: Sem categoria

23/mar/2011

Theo Dutra - 8 A,B - 2011

RESPEITE!!! ENTREGAR O TRABALHO ATÉ O DIA 18/04/2011, É INDIVIDUAL, O TEXTO JUNTO COM AS PERGUNTAS E SUAS RESPOSTAS.

LEIA COM ATENÇÃO O TEXTO ABAIXO, E RESPONDA AS QUESTÕES.


As convergências entre a arte,

a literatura e a propaganda

Nenhuma obra de arte possui um significado fixo e determinado. Ao contrário, é precisamente no caráter polissémico da obra, que reside seu valor. Por outro lado, o significado de uma obra que representa ambigüidades de interpretações pode ser tão objetivo e claro quanto um preciso e unívoco.

A arte, como diz Ernest Ficher, jamais se limitaria a mera descrição da realidade social. Ao contrario, é função do artista interpretar essa realidade através de sua visão do mundo e de manifestar suas concepções políticos ideológicos.

Para a formação da imagem deve-se criar condições para que os componentes racionais e emocionais se apresentem integrados e isso se dará através da criação do visual da campanha : Escolha das cores a serem utilizadas, estudo dos formatos, quantidade e qualificação de materiais a serem encomendados e harmonização de todos estes elementos.

Segundo Rene Huygue, estamos vivendo num mundo de sinais, onde não somos mais o que desejamos ser, mas o que a maciça propaganda faz com que sejamos. Os símbolos e as imagens criadas pela propaganda podem trazer varias convicções, como por exemplo, a de que se deve adquirir isto ou aquilo. Parece evidente que a propaganda pode ter influência muito maior que a literatura, pois enquanto esta representa uma forma de sugerir os aspectos mais complexos e menos aparentes do comportamento, o estereótipo tratado pela propaganda geralmente acentua um aspecto bem visível do comportamento ou da vida social, com a exclusão de todos os pontos contraditórios.

Essa diferença explica bem o constante desentendimento entre a literatura e a propaganda . Se a primeira procura os aspectos mais conflitantes da vida individual e social , a segunda limita tais aspectos através da  valorização exclusiva de um ponto de vista ou de uma  aparência. O que aproxima a literatura da propaganda é o fato do escritor querer ser lido por um grande número de leitores e o publicitário quer ultrapassar os limites impostos pela sua área de atuação.

O estilo de escrever, a originalidade de seu trabalho e a proposta de ser apresentado ao seu público são alguns componentes importantes na qualidade literária . Alias, sua importância consiste precisamente no caráter inovador que apresenta a um certo público. No entanto, é preciso estar atento para não torna-lo inteiramente isolado . Caso contrario, perderia sua função. Sem dúvida é impossível compreender a existência de um valor estético que permaneça restrito a um minoria. A sua criação indica um passo indispensável , no entanto, quando se generaliza, tornando-o do conhecimento da sociedade, parece tão importante como o ato de criar, mas não basta ser um novo valor da sociedade, é necessário que seja aceito.

O conhecimento teórico do romance se torna mais pertinente quando o objeto central a ser analisado é a literatura dirigida ao grande publico . Vale ressaltar que os valores autênticos diferem de um romance para outro, isso ocorre pois estes se organizam no plano de sua própria obra formando o conjunto de seu universo.

Entretanto , para o grande público, as teorias intelectuais só adquirem sentido quando se transformam em formulas simples ou em estereótipos, isto é, quando   perdem suas características significativas para entender  a literatura é necessário considerar as diferenças  individuais, pois isto levará a uma riqueza maior das  interpretações contraditórias.

Para Waldenyr Caldas a estrutura dos textos na paraliteratura, repousa basicamente no voyerismo, já que  o leitor só consome signos e representações do real e do  imaginário e em situações maniqueistas, sem a analise  social e política do universo abordado.

O meio acadêmico vê a paraliteratura como um produto de mal gosto destinado para um publico semi-culto. Entretanto , numa análise sociológica , há uma grande penetração que possui a mesma importância que os produtos que veiculam ideologias ou que são consagradas pela critica especializada O discurso da paraliteratura de imaginação constitui uma  forma de interpretação do mundo, estabelecendo, não propriamente, uma contradição entre a linguagem reconhecida como literária e não-literária, mas somente as diferenças entre a literatura culta e a paraliteratura. Trata-se apenas de uma interpretação de suas contradições e das condições em que foram produzidas.

As comparações da paraliteratura e da cultura de massa sua inevitáveis. As estórias em quadrinhos , os jornais e até mesmo as telenovelas são pequenas partículas formadoras do universo paraliterário dessa forma pode-se  incorpora-la na cultura de massa.

Em relação as artes plásticas, a Pop Art cumpriu esse papel . Esta começou como um nova forma de expressão, procurando exprimir a tensão dinâmica e os aspectos condicionados do ser humano da cidade.

Rauschenberg utilizou em seus trabalhos, colagens de fotos, recortes de anúncios de propaganda, imagens ajustadas a pintura, acrescentando a elas objetos banais. Procurou focalizar as imagens estereotipadas da sociedade industrial, mostrando a visão subjetiva da arte.

A Arte Pop, como todo trabalho que mescla pintura, com escultura e com técnicas variadas (fotografia, material impresso e colagens), visa ironizar. Esta é justamente um forma de se comunicar com  um publico maior, rompendo com o isolacionismo de outrora, saindo de sua interioridade-Atelie habitual em seu modo de fazer artístico para se articular em torno do coletivo-urbano.

A Arte, qualquer que seja, é sempre uma forma de expressão consciente ou inconsciente. A propaganda, por sua vez, jamais é uma expressão, mas sim uma representação. A arte propõe sempre uma visão transcendente do homem e a propaganda dispõe dele.

Entretanto, a arte caminhou em direção a sociedade de consumo, diante disso, percebe-se que as influencias entre a arte e a propaganda ocorrem no mesmo sentido.

Os meios de comunicação criaram um iconografia urbana (garrafas de Coca-Cola, 7UP, rostos de estrelas de cinema e Hambúrgueres) que algum artistas incorporaram em suas obras (Claes Oldenburg trabalhou com objetos tridimensionais, produtos de consumo de massa , centrando sua atenção para a imagem publicitaria). Inversamente, o tratamento formal dado pela experimentação plástica a esses materiais são aproveitados pelos meios de comunicação em novas mensagens. Esses mesmos meios tomaram elementos à sensibilidade popular (imagens técnicas de representação) e os incluíram em sua comunicação, por seu lado os movimentos populares extraíram elementos das  culturas de massa e se adaptaram para produzir mensagens que expressaram seus interesses.

A sociedade moderna conserva de fato o objeto artístico ao mesmo tempo que nega a possibilidade da arte e, com isso, a promessa de autonomia que sempre encerra. A obra de arte subsiste, embora não como foi concebida, mas como produto. As manifestações artísticas  assumiram a arte como um ritual conformista, desde a Pop Art e Minimal Art até a Arte Conceitual.

A publicidade, por sua vez, incide sobre a ansiedade, mostrando que o modo de vence-la é consumir. De acordo com os mitos da publicidade, os que não possuem o   poder de gastar dinheiro tornam-se literalmente homens sem rosto. Quem tem , é digno de ser  amado. Por isso a arte é tão útil a publicidade, pois detona riqueza e espiritualidade ao mesmo tempo que luxo  e valor cultural. A publicidade se apropriou das relações ou implicações entre a obra de arte e o espectador proprietário, procurou persuadi-lo, transformando-o em espectador comprador ( ” Modos de Ver” de John Berger, Sven Blomberg, Cris Fox e Richard Holllis).

A sociedade se fragmentou em faixas de mercado, criando um produto cultural fragmentado, cuja única expressão de domínio é o consumo. Se a produção cultural  estiver presa ao circulo vicioso do consumo e se a  cultura estiver fragmentada de tal modo em faixas de  mercado, tornará a arte cada vez mais dependente do mercado.

A cultura de massa, cujo objetivo é o lucro, vai destinar seus produtos aos diversos níveis de gostos , estratificando o consumo cultural. No campo da produção cultural , a arte e a literatura , ditas cultas, são produzidas pela classe dominante para si mesma e a paraliteratura e a arte pop são destinadas  a parte semi-letrada da sociedade.

Segundo Antônio Cândido, pertencemos a uma massa cujas reações obedecem ao condicionamento do momento e do meio que vive.

1- Explique porque a obra de arte não possui um significado fixo?

2- O que diz Ernest Fischer sobre arte?

3- O que é necessário para a formação da imagem?

4- O que a maciça propaganda faz para que sejamos ser?

5- Explique a diferença entre a literatura e a propaganda?

6- Quais são os componentes importantes na qualidade literária?

7- Porque a criação de uma propaganda é indispensável?

8- Quais são as pequenas partículas que formam o mundo literário?

9- Como é o trabalho de Rauschenberg?

10- Como é o conceito da Pop Art nas Artes Plásticas?

11- Podemos dizer que a Arte é uma expressão consciente e a propaganda nunca seria uma expressão? Sim ( ) Não ( ) Explique a sua resposta.

12- Quais as relações entre a Arte e a propaganda?

13- O que os artistas e os meios de comunicação fizeram com as suas obras de arte?

14- A obra de arte pode ser considerada um produto? Porque?

15- O que houve com a Pop Art até a Arte Conceitual?

16- Qual é o objetivo principal da publicidade?

17- Explique os mitos da publicidade?

18- Como a publicidade transforma o espectador comprador?

19- Porque a Arte é cada vez mais dependente no mercado?

20- O que é consumo cultural?

21- O que diz Antonio Cândido?

criado por mapasu    15:51:19 — Arquivado em: Sem categoria

Para refletir….

A lição da Borboleta


Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar…

criado por mapasu    12:47:19 — Arquivado em: Sem categoria

16/mar/2011

Arte na propaganda e a propaganda na arte

http://www.youtube.com/watch?v=WKcHIlBpjY4

criado por mapasu    20:09:37 — Arquivado em: 8 A, B - Theo Dutra
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